quinta-feira, 26 de setembro de 2013

SERRA DA CAPIVARA, A ORIGEM DO HOMEM AMERICANO

HISTÓRIA

A Serra da Capivara localiza-se na cidade de São Raimundo Nonato, no estado do Piauí, Brasil.
É um sítio arqueológico dirigido com amor e carinho pela Sra. Niêde Guidon, arqueóloga.
Na serra da capivara existem mais de 300 (trezentos) sítios arqueológicos em exploração e estudo, mas, para visitações públicas só estão abertos 48 (quarenta e oito) sítios.
Tivemos, eu e minha esposa visitando alguns sítios.
Cada um é mais maravilhoso que outro.

EM BUSCA DA CIVILIZAÇÃO PERDIDA

por Sabina Vanderlei
Estudos arqueológicos recentes apontam incríveis semelhanças entre as antigas civilizações de diferentes partes do mundo. Apesar destas culturas terem sido datadas de diferentes épocas, estudiosos observaram semelhanças entre todas essas construções, como por exemplo:
- Há pirâmides construídas no Egito, no México, no Peru e na França.
- Todas essas civilizações adoravam seus reis como deuses;
- Suas religiões eram focalizadas na busca pela imortalidade da alma humana;
- Os sacerdotes eram brilhantes e sofisticados astrônomos e dominavam conceitos elevados de matemática;
- Eles escolheram lugares para habitar que acreditavam ser uma imagem oculta do paraíso; e
- Todos esses monumentos possuem correlações com os astros no céu.

Essas civilizações tentavam alcançar o céu, alinhavam seus monumentos com as estrelas e o sol. Eles viveram em épocas diferentes, em lugares diferentes, mas as semelhanças são impressionantes.
Elas não existem mais, mas seus templos ainda vivem e todos os antigos conhecimentos sobre a vida e a morte estão ocultos nessas paredes de pedra. São pistas que nos levam a uma época em que em a principal preocupação era a busca da imortalidade.

CAMBOJA

Os antigos habitantes iam ao Templo de Angkor Wat, no Camboja, para buscar luz espiritual. Este templo foi construído usando medidas criadas pelos próprios sacerdotes, chamada de cúbito. As dimensões da fachada estão relacionadas com ciclos de tempo importantes para as crenças indianas. A medida do caminho que leva ao centro do templo, em cúbito, por exemplo, equivale ao número de anos da primeira era da cosmologia hindu (1728 anos). O local fornece também à segunda, terceira e quarta era, sendo tudo expresso em medidas. Há painéis extensos nas paredes do templo contendo hieróglifos que exibem cenas da mitologia e que também fazem referência às estrelas do céu.

CALENDÁRIO MAIA

Mais que um calendário, os Maias possuíam um sistema de calendários circular cujo ciclo completo era de 52 anos solares e que sincronizava dois outros, a saber: o calendário Tzol’kin de 260 dias e o calendário Haab de 365 dias e 1/5. O Calendário Maia prevê o final do ciclo atual no ano de 2012, quando tudo se extinguirá para o início de uma nova era.

Conceito de tempo e sua importância

A grande importância dada pelos maias à medição do tempo decorre da concepção que tinham de que tempo e espaço, em verdade, tratam-se de uma só coisa e que flui não linearmente, como na convenção européia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos. O conceito chama-se Najt e é representado graficamente por uma espiral.
Os maias acreditavam que, conhecendo o passado e transportando as ocorrências para idêntico dia do ciclo futuro, os acontecimentos basicamente se repetiriam, podendo-se assim, prever o futuro e exercer poder sobre ele.
Por esta razão, a adivinhação era a mais importante função da religião dos maias. Tanto é assim, que a palavra maia usada para designar seus sacerdotes, tem origem na expressão guardião dos dias.
O calendário maia com ciclo equivalente a um ano solar era chamado Haab, e tinha ordinariamente 18 meses de 20 dias (mais cinco dias sem nome), seu uso era mais afeto às atividades agrícolas, notadamente na prescrição das datas de plantio, colheita, tratos culturais e previsão dos fenômenos meteorológicos. Era o calendário das coisas e das plantas. Já o calendário Tzol’kin que possuía treze meses de vinte dias, com ciclo completo de 260 dias, era usado para as funções religiosas em função do qual se marcavam as cerimônias religiosas, se fazia a adivinhação das pessoas e se encontravam as datas propícias para seus atos civis.

A CIÊNCIA CONFIRMA A PROFECIA MAIA

tradução: Isaac Lutti
A Realização das detalhadas profecias que a antiga cultura Maia para o período correspondente entre os anos 1992 e 2012 do nosso calendário gera um grande mistério e uma pergunta inquietante: Encontramo-nos realmente vivendo o final de una era cósmica e veremos dentro de quatro anos o amanhecer bem diferente do que conhecemos?
Os cientistas não sabem o que está acontecendo com o Sol. No dia 20 de janeiro de 2005, uma surpreendente tempestade solar alcançou a Terra com sua máxima radiação 15 minutos após as explosões. Normalmente, demorariam 2 horas para chegar aqui. Segundo Richard Mewaldt, do Califórnia Institute of Technology, foi a mais violenta e mais misteriosa dos últimos 50 anos.

OS MAIAS


Embora muitos continuem imersos na imensa escuridão do mito do progresso científico e da superioridade tecnológica da civilização moderna, uma pequena massa que paira sobre ela observa atenta os passos dados em direção contrária.
O reconhecimento de valores intrínsecos nas filosofias e práticas orientais – a ioga, a meditação, os arranjos florais, as artes marciais e assim por diante – faz emergir as primeiras rachaduras nessa redoma escura. O que dizer então do conhecimento e ciência de civilizações antigas?

AS RUÍNAS DO GRANDE ZIMBABWE


Lugares misteriosos

CIVILIZAÇÃO SUMÉRIA E OS CÉUS

A Suméria foi a mais antiga civilização humana, segundo a arqueologia. Localizava-se onde hoje é o Iraque (antiga Mesopotâmia) e teve início entre 3.500 e 3000 A.C.Futuramente vou escrever com mais detalhes sobre esta civilização, mas agora o foco é na sua Astronomia.

Os Sumérios geralmente são considerados os inventores da astronomia. Já foram encontradas centenas de inscrições sobre suas observações celestes, e o que se pode notar é que o conhecimento que possuíam era avançadíssimo para quem vivia na Terra há 5.000 anos atrás.
Eles tinham escritos específicos sobre o sistema solar, o que nos leva a crer na possibilidade de que os Sumérios conheciam todos os planetas do nosso sistema, sua ordem correta ao redor do sol, bem como seu tamanho e talvez até a cor de cada um. Eles chamavam Urano e Netuno de planetas gêmeos.
Ali, mais para a esquerda, vemos o Sol, e mais 11 corpos a sua volta. Interessante isto, já que Urano, Netuno e Plutão só foram “descobertos” em 1781, 1846 e 1930 respectivamente (e os Sumérios não tinham telescópios).