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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

TERRA – 480.000 A.C. PARA 100.000 A.C.

Toda HISTÓRIA TEM UM COMEÇO! E ISSO JÁ FAZ MUITO, MUITO TEMPO… a HISTÓRIA se tornou lenda, a lenda se tornou mito e por quase meio milhão de anos a verdade foi esquecida… mas como contam os Sumérios, toda essa HISTÓRIA começou há milhares de milhões de anos, quando a Terra não estava ainda formada.. ou estava, mas não como a conhecemos, era um grande planeta chamado Tiamat…
Terra – 480.000 a.C. para 100.000 a.C.

O Nibiru chegou

Nibiru é um planeta do nosso sistema solar, que os babilônios chamavam de Nibiru/Marduk. Um planeta enorme que vai em movimento retrógrado com o restante dos planetas. Todos os planetas de nosso sistema estão em um mesmo plano e na mesma direção. Nibiru movimenta-se na direção contrária e entra no sistema pairando entre às órbitas de Júpiter e Marte a cada 3.600 anos.
Contam os Nibiruanos que Nibiru é um planeta artificial, que faz parte do nosso sistema estelar e do sistema estelar de Sírius, fazendo uma trajetória estranha que une esses dois sistemas com um período de translação de 3.600 anos terrestres. E, segundo esta HISTÓRIA, Nibiru foi criado pela Federação Inter galáctica como uma força estelar-planeta que mudaria completamente a HISTORIA DA TERRA.
Nibiru está habitado por seres conscientes que na Bíblia recebem o nome de Nefelins, nos registros sumérios também aparecem como Annunákis e se auto-intitulam Nibiruanos/Pleiadianos. Em Nibiru há espaço para muitas raças e espécies de seres co-habitarem em relativa harmonia, geração após geração. Há lindo lagos, mares, oceanos, montanhas e vales, exatamente como na Terra, mas não na superfície e sim dentro do planeta.
Árvores e plantas de toda espécie crescem em profusão. Nibiru foi criado para assemelhar-se ao lar planetário original, Avyon.
Nibiru é aproximadamente quatro vezes maior que a Terra, há uma polêmica entre cientistas e místicos se existem este chamado décimo ou décimo segundo planeta e de quando ele retornará! Talvez nunca se foi realmente…
Ao final da Grande Guerra Galáctica, há 480.000 anos atrás, liderado pela família de Anu, incluindo o polêmico Marduk, Nibiru chegou a Terra.
A condição da Terra não parecia favorável para o andamento dos jogos. Antes da destruição de Tiamat, todos os humanos em evolução da primeira semeadura pelos Sirianos Etéricos (humanos de Lyra) e pelos Felinos foram levados para bordo de Pégasus. Essa mesma linhagem foi transferida para Nibiru, conta Anu. Isto foi feito levando uma filha da Casa de Avyon/linhagem de Amélius para outro planeta pleidiano para se casar. A criança nascida dessa união foi Niestda, o futuro primeiro governador/comandante de Nibiru.
Na Terra, portanto, havia muitas raças em evolução, mas a linhagem de Amélius, que é a única descendência humana pura no universo, não estava presente. Essa linhagem teve que ser mantida separada para assegurar sua pureza para futuros aperfeiçoamentos do DNA. Essa proteção promoveria também a maturidade espiritual dessa linhagem, uma vez que os reptilianos avançavam em seu desenvolvimento tecnológico, em suas conquistas por todo o universo.Porém, maturidade espiritual por parte de pelo menos uma das raças é uma necessidade para que a integração das polaridades possa ocorrer.
Dessa forma, a Federação Galáctica criou a força-estelar Nibiru para patrulhar a Galáxia, logo após a sua criação, ainda como uma Federação pequena e simples. Havia muitas raças em Nibiru, inclusive seres de Órion, como os repitilianos e humanos de Órion.
Anu, é da décima sétima geração após Nietsda. E recebe o comando de Nibiru após seu irmão, o herdeiro legítimo deixar o trono. Há muitas misturas aí. Mas ainda assim,Anu recebe da Federação Galáctica, logo após assumir o comando de Nibiru, duas ordens principais: destruir Tiamat e Aln – as colônias reptilianas principais. E restabelecer na Terra a linhagem de Amélius.
Então,após cumprir sua primeira ordem, e enfrentar os milhões de anos da Guerra Galáctica decorrente dessa destruição das colônias reptilianas. Nibiru vem para a Terra.
A Terra era um mundo que pertencia à área de influência dos Sirianos de Sírius B neste momento e a outras comunidades sirianas, além de terem na Terra outras comunidades estelares de diversos outros sistemas estelares, incluindo os Acturianos, Pleidianos de ARIA, Veganianos de Altair, Capelinos e outros seres de outras galáxias.
Os Lemurianos, os Mutantes, os Répteis (descendentes daqueles répteis que tinham ido para o subterrâneo na época da destruição de Tiamat) e os primatas Humanos em evolução, estavam todos vivendo aqui no planeta.
Os primatas tinham sido semeados pelos Felinos e pelos Sirianos Etéricos e tinham alcançado a fase evolutiva do Homo Erectus quando os Nibiruanos chegaram (Humanos Pleidianos-Nibiruanos). Os chamados primatas eram inteligentes, telepáticos, e viviam em paz com os animais na floresta, em um tipo de comunidade social. Os Sirianos Terrestres que viviam em corpos animais, também protegiam os primatas em evolução, seus futuros veículos físicos. Também os Sirianos Etéricos liderados por Amélius, conduziam o desenvolvimento das colônias humanas-sirianas.
Já existiam as civilizações dos Yus (os Orientais) na Ásia, e a civilização dos Atlantes (a raça vermelha). Os Atlantes foram criados pelos pleiadianos de Atlas, que chegaram a Terra depois da destruição de Hybornea, para recolonizar o planeta. Outro grupo de pleiadianos, denominados cinzento, começou a civilização dos Yus, e o primo de Anu, Altea (Atlas) começou a dos Atlantes. Ambas foram consideradas desdobramentos da Lemúria, pois ambas tinham feito acordos de que a Lemúria atuaria como um império materno para eles. A Lemúria tinha a forma Lyriana/Siriana, algumas áreas em particular eram aquelas hoje conhecidas como a América do Sul, México, América Noroeste e Europa Central.
Cada uma das três civilizações – Atlantes, Yus e Lemurianos – tinham concordado em permitir que os Felinos mudassem o DNA delas de modo que assim pudessem melhor se adaptar ao clima nas regiões do planeta que elas escolheram viver. Foi assim que as diferentes raças, vermelha, amarela, e morenas vieram a existir. E a raça negra originou-se dos primatas humanos em evolução. Eles se tornariam os guardiões da Terra, depois que cruzassem com a linhagem de Amélius trazida por Anu para obter a necessária elevação do nível do seu DNA para chegar ao Homo Sapiens. Quando isto acontecesse, eles estariam aptos a receber a alma dos Sirianos Terrestres.
Assim a raça branca ariana foi estabelecida pela família representante da Casa Real de Avyon de Nibiru.
Eles vieram para a Terra exatamente neste momento por duas razões:-
Primeiro, desejavam conseguir ouro para colocar no campo de força ao redor de Nibiru para salvar o seu povo.
Segundo, tínham feito um acordo com os Sirianos Crísticos – a hierarquia espiritual – para criar, com a ajuda dos Felinos, o corpo humano de DNA duplo para os Sirianos Terrestres, através do cruzamento entre eles e a raça guardiã em evolução.

terça-feira, 15 de março de 2011

Tesouro Arqueológico O Naufrágio de Mahdia


Tesouro Arqueológico
O Naufrágio de Mahdia


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Certo dia, no ano de 1907, Alfred Merlin, diretor da arqueologia tunisiana, então sob administração colonial francesa, caminhando por entre o mercado de Mahdia, um pequeno lugarejo da Tunísia situado à beira do Mediterrâneo, deparou-se com pequenas estátuas gregas de bronze lá expostas. De onde viera aquilo, indagou ele? Logo lhe indicaram uns caçadores de esponja, uns pobres pescadores gregos que viviam de mergulhar no fundo do mar. Não 

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Merlin e Cousteau, pai da arqueologia submarina
demorou para que lhe informassem a direção do achado, distante mais ou menos há uns cinco quilômetros da costa. Merlin, desde então, até o ano de 1913, não mediu esforços para arrancar do fundo do mar aquilo que passou a ser um dos maiores achados arqueológicos de todos os tempos, composto por colunas e centenas de ânforas e outras esculturas de origem grega. Com ele, uma nova disciplina, uma nova ciência, ganharia vulto: a arqueologia marinha.

Rienzo, Modelo dos Tiranos Modernos


Rienzo, Modelo dos Tiranos Modernos


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Hitler, um seguidor do modelo de Rienzo
É possível que um, assim dito, tribuno romano, morto há seis séculos, em plena Idade Média, possa ser considerado como o que modelou e inspirou as fanfarras e fantasias imperiais dos tiranos nazi-fascistas do século XX? Pois tudo indica que esse papel de mentor involuntário dos chefes nazi-fascistas foi Cola di Rienzo, um homem de origem plebéia que, nascido em Roma, em 1313, desafiando a oligarquia local, conseguira galgar o controle político da cidade eterna, até ser assassinado num motim preparado por seus inimigos das famílias nobres em 1354.

A Ordem dos Assassinos




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Durante 150 anos, entre os finais do século XI e a metade do XIII, uma terrível seita ismaelita, minúscula no universo do Islã, trouxe temor e, por vezes, pânico à região do Oriente Médio. Tratava-se da Ordem dos Assassinos, assim chamada porque os seus integrantes, antes de praticar os atentados, inalavam um estupefaciente, o Hashishiyun, ou haxixe. Os seguidores da ordem caracterizavam-se pela entregada total à missão que lhes era atribuída por seus superiores e por não demonstrarem medo nenhum perante a morte que fatalmente os aguardava após terem praticado suas ações terroristas.

No Rastro dos Argonautas


Foi pensando nesses lendários argonautas gregos - uma espécie de heróis paradigmáticos de todas as aventuras náuticas do Ocidente -, que Camões pôs-se a imortalizar no Os Lusíadas os marinheiros de Portugal. Esses, os oceanautas, eram os herdeiros de Jasão, a versão real, moderna, atlântica dos temerários nautas gregos. Com a diferença de que os espaços que os capitães lusos desbravaram eram infinitamente maiores. O que é a vastidão do Mar Negro (o Ponto, como então os gregos o chamavam) perto de um Oceano Atlântico? O que é a dimensão do Rio Danúbio ao lado do Amazonas? O Rei Aetes, da pobre Cólquida, frente ao Samorim de Malabar, do Sultão de Bijapur, ou do Catual de Calicute, pareceria um mendigo. Jasão e seus companheiros, por sua vez, foram meninos travessos comparados a um Colombo, a um Gama, um Bartolomeu Dias ou a um Fernão de Magalhães.

As Grandes Navegações


Os Nautas Destemidos


reprodução
Oceano cavalgando monstros do mar
Argonautas, oceanautas e astronautas são as denominações diversas que tiveram aqueles bravos e corajosos homens que, na mitologia ou na história, tentaram ampliar os estreitos horizontes e os espaços da humanidade, primeiro pelos mares e rios, em seguida pelos oceanos e, finalmente, pelo vastíssimo cosmo que nos envolve.

Mouros vs. Cristãos Las Navas de Tolosa


reproduçãoO ataque de um grupo de fundamentalistas islâmicos a prédios norte-americanos em Nova York e Washington, ocorrido em 11 de setembro de 2001, faz parte de um desacerto entre mouros e cristãos que se arrasta por séculos. Tal como hoje ocorre, quando os Estados Unidos esforçam-se por congregar uma vasta coalizão de países ocidentais, há oito séculos os reis cristãos da Península Ibérica também o fizeram. Para enfrentar a ameaça islâmica, os monarcas de Castela, de Aragão e de Navarra apelaram para que gente da Europa inteira, atendendo à cruzada, os socorresse para repelir a ofensiva dos seguidores do Profeta. O resultado foi a batalha de Las Navas de Tolosa, de 1212.

As cruzadas, O Santo Massacre


O Santo Massacre

Em sua recente visita à Terra Santa em celebração pela passagem do segundo Milênio do Cristianismo, o papa João Paulo II pediu perdão aos judeus e muçulmanos pela Igreja Católica ter, há 900 anos atrás, instigado a Cruzada que terminou por produzir um terrível massacre da população civil judaica e árabe de Jerusalém, por parte dos cavaleiros cristãos. Saiba como se deu esse assalto à Cidade Santa.

A conquista da Gália por Júlio César


A conquista da Gália por Júlio César

  
Há dois mil e cinqüenta anos atrás, Júlio César, um dos mais célebres estadistas romanos, publicou um relato da sua campanha contra as tribos celtas que então viviam espalhadas pela Suíça, França, Bélgica e Inglaterra, denominando-o Commentarii de bello gallico, Comentários sobre a Guerra Gálica, consagrando-o como um excelente historiador.Seu livro tornou-se leitura obrigatória para os estudantes de latim. Que extensão tinha a região conquistada pelos romanos e quem eram as tribos e qual a cultura dos que lá habitavam e como fez César para dominá-la, é o que o se segue.

Vercingetórix rende-se a César em Alésia (52 a.C.)
César abre a primeira página do seu livro com uma das suas mais conhecidas frases: Gallia est divisa in partes tres, "a Gália está toda dividida em três partes". E, de fato, assim era. Bem ao norte, a Terra dos Celtas era habitada pelos belgas, no centro pelos gauleses propriamente dito, e, ao sul dela, pelos aquitânios. Politicamente, a parte meridional encontrava-se nas mão dos romanos desde 222-121 a.C., que a denominavam de Gália Narbonense, tendo como principal centro era o porto de Marselha.
A posse dessa região costeira do Mediterrâneo, permitia-lhes trafegar seguros pela Via Domitia, a estrada que ligava a fronteira da Itália ao Leste, com a da Ibéria, ao Oeste. Geograficamente, ela se estendia de Milão, no Vale do Rio Pó, até o sopé das montanhas dos Pirineus. Foi para lá que enviaram Caio Júlio César, de distinguida e aristocrática família latina, como procônsul da Gália Narbonense, no ano de 59 a.C.

Bagdá, a cidade que já foi Luz


Bagdá, a cidade que já foi Luz


reprodução
Regozijo, tela de Jawad Selim
Bagdá, a capital do Iraque, teve boa parte da sua infra-estrutura urbana destruída pelos bombardeios provocados pela aviação norte-americana durante a Guerra do Golfo, fato que a deixou isolada de quase todo o mundo. No passado, porém, foi diferente. Construída pela fé islâmica, ela foi a primeira cidade planejada pela nova religião com a clara função de ser a catapulta para que a palavra do profeta Maomé fosse lançada para as terras da Índia e da Ásia.

O plano da nova Bagdá
Por volta do ano de 140 do calendário muçulmano (762 pelo calendário cristão), o califa Al-Mansur chamou dois renomados astrônomos, um persa e outro judeu, para que projetassem a nova capital do seu império. Ele era o segundo governante da recém-implantada dinastia dos abácidas que, em 750 d.C., depois de se revoltar contra o ramo omíada da família do profeta Maomé, havia manifestado a idéia de construir uma cidade que expressasse o vigor e a energia do islamismo renovado. Em pouco tempo, apresentaram-lhe o projeto urbanístico. Tratava-se e uma urbanização circular cujas portas voltavam-se para os quatro cantos do mundo. O nome a ser dado era Madinat Al-Salãm, a Cidade da Paz, e seria construída onde outrora ficava a aldeia de Bagdá. Situada nas margens do Rio Tigre, justamente no momento em que este mais de aproxima do seu rio irmão, o Eufrates, a sua posição geográfica era exemplar, pois permitia-lhe o controle das férteis terras ribeirinhas, o domínio da desembocadura de ambos os rios, o canal de Chatt-el-Arab, bem como o porto de Bassora, a atual Basra, situada a 400 quilômetros mais baixo.

A Santa Lança, um episódio das Cruzadas


A Santa Lança, um episódio das Cruzadas


A descoberta da Santa Lança pelos cavaleiros cruzados, o instrumento mortífero que teria trespassado o corpo de Cristo quando este agonizava na cruz, numa escavação feita no interior da catedral de Antióquia na Síria, provocou uma reviravolta no sentimento dos cristãos. Até aquele momento eles, cercados pelos muçulmanos, acreditavam que o seu empreendimento, isto é, a reconquista da Terra Santa, era um causa perdida. Porém, a noticia de que haviam encontrado aquela relíquia que trazia o sangue de Jesus, incendiou os ânimos dos cruzados o suficiente para eles partirem para a arrancada final em direção à Jerusalém.

Um pedido de audiência

Constantino, o amigo e predileto de Deus


Constantino, o amigo e predileto de Deus


Constantino o grande
Constantino , o imperador romano, dando fim as perseguições, foi o primeiro estadista da Antigüidade a estabelecer um acordo de convivência com a Igreja Cristã. Em troca, foi contemplado com uma teoria de poder que legitimava sua autoridade sobre a cristandade inteira, estabelecendo-se desta maneira um modus vivendi entre o Estado e a Igreja que estendeu-se até os nossos dias.

Atenas entre a democracia e o império




Um dos dramas perenes de uma democracia é quando um sistema popular, por força das circunstâncias, vê-se obrigado a assumir posições imperialistas, ser opressivo e cruel para com os outras nações que lhe estão submissos. Como solucionar a contradição entre o fato de um regime proclamar-se em casa defensor maior dos interesses gerais do povo e negá-los aos outro, aos de fora, os direitos que a sua própria gente possui? Esta contradição foi intensamente discutida nas assembléias populares de Atenas ao longo da Guerra do Peloponeso, narrada por Tucídides, conflito que, no século 4 a.C., por 27 anos ensangüentou a Grécia Antiga.

domingo, 13 de março de 2011

Mercantilismo

Mercantilismo

O Mercantilismo é entendido como um conjunto de práticas, adotadas pelo Estado absolutista na época moderna, com o objetivo de obter e preservar riqueza. A concepeção predominante parte da premissa de que “a riqueza da nação é determinada pela quantidade de ouro e prata que ela possuí. Ao mesmo tempos, os governantes consideravam que a riqueza que existia no mundo era fixa, não poderia ser aumentada, portanto, para um país enriquecer outro deveria empobrecer. Essa concepção foi responsável pelo acirramento das disputas entre as nações.

A América Pré Colombiana

América Índia

A América Pré Colombiana

Os Olmecas

A cultura olmeca, que se originou na costa sul do Golfo do México (La Venta,
San Lorenzo, Tenochtitlán, Três Zapotes), é considerada a primeira cultura elaborada da Mesoamérica, e matriz de todas as culturas posteriores dessa área.

Astecas: uma República confundida com Teocracia Parte 2

5 – Religião, Ciência e Alimentação:
Apesar da Alimentação não parecer uma das características mais importantes de uma civilização, em se tratando das culturas pré-colombianas, ela deve ser ressaltada, pois além de tais regiões possuírem iguarias desconhecidas dos Europeus Medievais, muitos desses pratos hoje fazem parte de nosso cotidiano e podemos jurar que sempre foram conhecidos de nossos antepassados Europeus.
A Religião é um traço marcante em todo civilização, pois ao mesmo tempo em que motiva o povo a certas coisas, o desmotiva a outras e, às vezes, controla sua vida, como no caso dos Astecas, além disso, nas civilizações com características antigas (pois apesar do Império Asteca ter sido contemporâneo da Europa Medieval, ele teve muito mais haver com a Antigüidade, onde grande Impérios se estendiam pelo poder das armas, pela bravura de seus soldados e pela perícia de seus governantes), a Religião está intimamente ligada com a Ciência, pois mesmo na Europa, foi o advento do Cristianismo que desvinculou a religiosidade da ciência, com a imposição daquela sobre esta. A conseqüente estagnação tecnológica em que o mundo Europeu se viu mergulhado só foi quebrada pelos contatos com avanços dos povos Islâmicos.

Astecas: uma República confundida com Teocracia Parte 1

1 – Introdução:
Este é o quarto texto que escrevo para Klepsidra, a exemplo de seus predecessores, ele também se remete a familiarizar o leitor – seja ele leigo ou iniciado, mas principalmente os leigos – com um panorama geral de uma civilização, desta vez, a escolhida é talvez a mais brilhante civilização da Mesoamérica: a civilização Asteca.

Os Maias


A sociedade maia vivia na região que hoje compreende o sul do México, a Guatemala e a Península de Yucatán. Os indícios apontam que por volta de 900ª.C. os maias já estavam estabelecidos ali.
Politicamente, os maias se organizavam em cidades-Estado que se caracterizavam como centros religiosos. As cidades-Estado mais importantes eram Palenque, Tikal, e Copán. A base da economia era a agricultura, sobretudo do milho, considerado um alimento sagrado. As práticas, agrícolas eram rudimentares, com a utilização de instrumentos simples e da queimada para limpar o terreno.

Deuses romanos

Tal como na Grécia, em Roma as pessoas eram politeístas, daí a existência de tantos deuses. São seres imortais com aparência e características semelhantes aos humanos e que representam algo. São eles que gerem o destino dos mortais. Os Romanos basearam os seus deuses da cultura dos Gregos, com os mesmos deuses mas com nomes diferentes.


Vamos apresentar então alguns desses deuses:

ApoloDeus do Sol
BacoDeus das festas
CeresDeus das colheitas
CupidoDeus do amor
DianaDeusa da caça e da luz
FeboDeus da música e da beleza masculina
JunoRainha dos deuses
JúpiterRei dos deuses
MarteDeus da guerra
MercúrioDeus das viagens
MinervaDeusa da sabedoria
NeptunoDeus dos mares e oceanos
PlutãoDeus dos mortos
PsiquêDeus da alma
SaturnoDeus do tempo
VênusDeusa do amor
VulcanoDeus da metalurgia e do fogo

Arte Romana


Arte RomanaA arte Romana tem a sua principal manifestação na arquitectura, tanto religiosa como civil. Mas também realizaram outras obras importantes como a escultura e a pintura. A escultura Romana destacou sobre a Grega na criação da escultura-retrato.

Os materiais mais utilizados no retrato Romano foram o bronze e o mármore. As estátuas eram monocromas, ou seja, careciam de cores, excepto no inicio onde os olhos era coloridos, prática que mais tarde foi abandonada.

No princípio, a escultura Romana de retrato apenas representava a cabeça e parte do pescoço. O tempo foi avançando na representação de todo o busto, incluindo ombros e peito. Também se esculpiram esculturas de corpo inteiro, onde a personagem podia estar de pé ou sentada, apesar de há que dizer que é mais frequente o retrato sedentário em mulheres do que em homens.

A escultura Romana do retrato nasceu para o imperador e logo de adaptou a outro tipo de personagens que podiam dar o trabalho dos artistas. Daí que é importante conhecer os tipos de retratos que se fizeram aos imperadores porque logo adaptaram ao resto.

O mosaico é outra das artes mais brilhantes do mundo Romano. As vilas tardo-românas tinham frequentemente os seus solos cobertos por bonitos mosaicos com figuras geométricas, imagens de caça, mitológicas, etc. Em relação à pintura, apesar da sua antiguidade, a pintura Romana, descendente e herdeira da Grega, possuía uma técnica depurada, (melhor que a posterior medieval) e representava todo o tipo de temas com uma beleza que ainda hoje nos surpreende.

Os artistas Romanos representavam os temas, tanto como imagens do quotidiano, mitologia, paisagens, bélicas, eróticas, cómica, etc. Muitas das vezes as pinturas eram simulações de mármore, de arquitecturas, de quadros ou jardins imaginários.

Os artistas das cidades Romanas geralmente pintavam sobre as paredes das divisões das casas mediante a técnica do fresco. Às vezes até sete camadas eram aplicadas nas pinturas e era utilizado o cal e o. As cores aplicadas são muito vivas e variadas e muitas das vezes se conseguia moldar a sensação de tridimensionalidade e de perspectiva. A liberalidade do império Romano fez possível a existência da nudez, tanto feminina como masculina. De resto, podemos encontrar imagens de conteúdo sexual explícito.